Economia Circular no Festival Path 2018

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Economia circular no Festival Path 2018: 10 sessões. 23 especialistas. Muitas discussões e perspectivas inspiradoras sobre a transição para uma economia circular no Brasil.

O Festival Path, considerado o maior festival de inovação e criatividade da América Latina, acontece anualmente para movimentar e reunir a comunidade criativa do país em torno de temas e iniciativas transformadores.

E em 2018, graças à curadoria da Léa Gejer, criamos um percurso sobre economia circular no festival path, reunindo os principais atores da área. Foram 23 especialistas, entre inventores, empreendedores, engenheiros, ambientalistas, acadêmicos, designers, arquitetos e gestores.

Mas não queríamos deixar de fora aqueles que não puderam participar presencialmente. Então, criamos este relato com os melhores momentos do circuito de economia circular no Festival Path 2018 para você baixar e ler quando quiser. Em síntese, um total de 10 painéis foram usados como base para este relato. As discussões foram muito ricas e inspiradoras!
O que você vai encontrar no nosso relato de economia circular no festival path:

1. a revolução começa pelo prato: o que comemos muda o mundo com christian ullmann.

detalhe de Christian Ullman falando sobre economia circular no Festival Path 2018

Christian trouxe uma relação dos objetivos de desenvolvimento sustentável na agenda da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030. Ele apontou que praticamente todos estão diretamente relacionados com alimentação, em suas mais diferentes esferas. Mostrando, portanto, que o papel da comida está muito além de nos alimentar biologicamente. Ela tem o poder de conectar pessoas e culturas e é um fortíssimo indicador social.

2. revolução digital e desenvolvimento sustentável com ricardo abramovay.

Uma análise crítica sobre a revolução digital com o advento cada vez mais veloz de novas tecnologias. Se elas não forem acompanhadas por uma mudança de valores, então, o desenvolvimento sustentável se tornará inviável. Isso porque continuaremos com as mesmas práticas nocivas e lineares de sempre.

3. o que vem da indústria volta para a indústria: fechando ciclos com alexandre gobbo fernandes, érika raísa duarte e linda de oliveira.

O painel discutiu como a indústria pode (e deve) começar a traçar novas estratégias para tornar a produção mais circular dentro do ciclo técnico.

4. internet das coisas para a sustentabilidade com regina magalhães.

A palestrante fala sobre como as novas tecnologias podem trazer soluções práticas nos mais diversos campos. as empresas estarem cada vez mais preocupadas com os impactos que provocam no ambiente.

5. um futuro inspirado na natureza com giane brocco e léa gejer.

Foram apresentados dois conceitos. Primeiro, o do design Cradle to Cradle, ou “do berço ao berço”. Esta abordagem se opõe ao modelo linear (que direciona os recursos “do berço ao túmulo”). E depois, o da biomimética (bio=natureza; mimética=imitação) que entende que o segredo para a solução de qualquer problema pode estar na natureza – basta que prestemos atenção.

6. como habitaremos no futuro? com katia sartorelli, luciene antunes, mariana duarte e yorik van havre.

Conversa sobre possibilidades e oportunidades para inovação na arquitetura e construção no presente e futuro. Tudo isso, a partir de exemplos praticados pelos debatedores. Desde a realização de uma casa circular, até a construção com impressora 3D. Bem como com a ideia de uma “plataforma de modelos de casa em código aberto”.

7. circulando serviços e recursos em comunidades remotas com andré dias, fabiana dias, felipe pinheiro e unai arrieta salgado.

Foram apresentados exemplos de fechamento de ciclos de recursos naturais. De acordo com a atuação dos convidados em comunidades remotas e os aprendizados e trocas vividas em locais tão diferentes. Mais um exemplo de economia circular no festival path!

8. como são paulo pode mudar de humor trabalhando com suas águas com caio silva e guilherme castagna.

Eles discutiram como os nossos sentimentos, movimentos, nosso dia a dia e as nossas cidades estão relacionados com a morfologia da água e da natureza. E, enfim, como tudo isso está (ou deveria estar) conectado.

9. o lixo é um erro de design com carla tennenbaum.

Oficina para colocar a mão na massa e repensar a maneira como produtos cotidianos são desenhados e fabricados. E, afinal, como eles podem ser redesenhados de forma efetiva.

10. o que vem da terra é da terra: projetos regeneradores com adriano campos, felipe pacheco, fernando pecoraro e onofre de araujo neto.

O grupo apresentou três casos de projetos restauradores e regeneradores que repensam o ciclo biológico. Por exemplo, utilizando materiais biodegradáveis e energias renováveis como recursos para gerar efeitos positivos por meio dos seus produtos e serviços.

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